Estimativas simuladas, com rastreio e nível de confiança — não uma previsão certa do futuro.
Solicitar uma simulaçãoSimule um lançamento, uma mudança de preço ou um choque de aluguel. Encolha meses de campo em uma tarde e inspecione os rastros que geraram o resultado.
Toda população Zenthrax começa como um agente estruturado: identidade, dinheiro, personalidade, necessidades, trabalho e moradia. Dados viram perfil, perfil vira agente — e o agente vira uma pessoa que dá para inspecionar no mapa.
“Parece humano” não é prova. Os experimentos comparam uma referência e uma intervenção na mesma semente — peso do aluguel, consumo, intenção de se mudar, demissões, receita dos lugares — com um DecisionTrace em cada escolha importante.
O mundo avança independente do mapa a 60 FPS. Os agentes ficam em regras e utilidade de Nível 1 nos dias rotineiros e só sobem de nível quando a decisão precisa. Novas intervenções entram sem reconstruir a cidade.
Fidelidade, saldos, fluxo de loja, contratos de aluguel: dados com opt-in e governança do cliente ancoram os agentes nas pessoas que você realmente atende, em vez de um prompt de persona genérico.
Descreve a decisão, a população-alvo e os cenários. Nenhum acesso é criado neste passo.
A equipe analisa o pedido, faz um diagnóstico comercial e decide se há piloto.
Se aprovado, a Zenthrax cria a organização, os usuários e a população. O cliente entra só por convite.
A empresa acompanha resultados simulados, com rastreio e confiança estimada — não uma previsão certa.
Ainda não publicamos papers. Enquanto isso, a pesquisa é o próprio motor: transformar dados em pessoas simuláveis, e testar se elas acertam o comportamento de gente de verdade.
O agente não nasce de um parágrafo de persona. Ele começa em dados estruturados — identidade, dinheiro, necessidades, trabalho, moradia — e, quando o cliente traz a própria base com opt-in, nas pessoas que ele realmente atende.
Pesquisa, para nós, é deixar a escolha inspecionável. Cada decisão importante emite um DecisionTrace: probabilidades, evidências e códigos de razão. Sem legenda inventada depois.
Medimos se a população simulada se comporta como a população real: mesma semente, referência contra intervenção, hold-out quando o instrumento permite. “Parece humano” não conta como prova.